Platelmintos
Platelmintes são animais do filo Platyhelminthes (do grego platy, achatado + helmins, verme), pertencente ao reino Animalia. São considerados vermes, tais como o são considerados os integrantes dos filos Nematelmintes e Anelideos
Características gerais
São vermes achatados dorsoventralmente, tipo folha, devido à ausência de sistema respiratório/circulatório. Apresentam simetria bilateral. Têm como habitat ambientes muito úmidos, a água doce e o mar. Também parasitam alguns animais.Os platelmintos são invertebrados .
O corpo é constituído por três camadas. Primeiramente, há a epiderme uniestratificada. Abaixo, há duas camadas musculares, sendo a primeira composta por músculos circulares e a segunda por músculos longitudinais. A esse conjunto dá-se o nome de tubo músculo-dermático. Tal tubo atua na proteção, locomoção e como esqueleto.
Nos platelmintes de vida livre, a epiderme apresenta cílios, relacionados com a locomoção. Já nos parasitas, há a cutícula envolvendo o tubo músculo-dermático, conferindo-lhe resistência à ação dos sucos digestivos.
Alguns Platelmintes são parasitas, entretanto, existem Platelmintes de vida livre, que alimentam-se de pequenos insetos e vivem em local úmido no meio ambiente.
Esses vermes são triblásticos acelomados. Como conseqüência disso, não formam completamente alguns sistemas (respiratório, digestório). Outra conseqüência é a sua forma achatada. Suas células têm que ficar próximas ao meio externo (para respirar) e próximas ao intestino (para obter nutrientes).
Sistema respiratório e circulatório
São destituídos de Sistema Respiratório e circulatório . Nas espécies de vida livre a respiração é aeróbia, sendo que as trocas são feitas por difusão através do epitélio permeável. Já nos parasitas a respiração é anaeróbia. Pela ausência do sistema circulatório, as ramificações do sistema digestivo auxiliam a distribuição do alimento.
Quanto à respiração, os platelmintos ainda a realizam por difusão (os de vida livre, como a planária) ou, então, fazem a respiração anaeróbica (os endoparasitas, como as tênias ou solitárias).
Sistema digestivo
Possui apenas uma abertura em todo o sistema, portanto é incompleto. Constitui-se por boca, faringe e intestino ramificado que termina em fundo cego. Os cestóides(animais endoparasitas, exemplo: a tênia) não possuem sistema digestivo. A digestão é extra e intracelular.
Sistema nervoso
São os primeiros animais com um sistema nervoso central que é formado por um anel nervoso, ligados a cordões longitudinais ou por um par de gânglios cerebróides dos quais partem filetes nervosos laterais que percorrem todo o corpo, emitindo ramificações. Isso permite uma melhor coordenação do sistema muscular, muito bem desenvolvida, o que disciplina os movimentos do animal e lhe dá mais orientação.
Sistema excretor
A excreção é feita através dos protonefrídios que possuem células terminais multiciliadas denominadas de células-flama (ou solenócitos). Estruturas típicas dos platelmintes, as células-flama eliminam os excretas para dentro de ductos anastomosados, e por vezes ciliados, que eventualmente abrem-se para o exterior por um ou mais poros. São amoniotélicos, isto é, excretam amônia e não uréia como nós seres humanos.
Sistema reprodutor
Geralmente são hermafroditas (podendo ou não fazer a autofecundação) sendo que alguns se reproduzem por partenogênese. Nos tuberlários e trematódeos monogenéticos, o desenvolvimento é direto. Já nos digenéticos e cestóides é indireto. Os platelmintes de menor porte podem se dividir por fissão(também chamada de bipartição). As planárias sofrem fissão longitudinal, e cada metade se regenera e forma uma nova planária. Trata-se de uma forma de reprodução assexuada. Os platelmintes também podem realizar reprodução sexuada. Novamente como exemplo as planárias, elas se unem e trocam semens masculinos podendo assim fecundar.
Os exemplos mais característicos de platelmintes são a tênia, a planária e o esquistossomo..
Turbellaria (Turbelários) - Platelmintes de vida livre, com epitélio ciliado. Exemplo: Planária (Digesia tigrina)
Trematoda (Trematódios) - Vermes parasitas com epiderme não-ciliada e uma ou mais ventosas. Exemplo: Schistosoma
Cestoda (Cestódios) - Formas parasitas com corpo dividido em anéis ou proglotes. Exemplo: Taenia solium.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Biologia
Nematelmintos
Os nematelmintos incluem vários parasitas de seres humanos (como a lombriga e os causadores do amarelão e da elefantíase) e parasitas de raízes de plantas. Há, também, representantes de vida livre, que se desenvolvem na água ou em solo úmido.
Possuem três folhetos embrionários (são triblásticos) e, como inovação em relação aos platelmintos, um tubo digestório completo, com boca e ânus. Sua digestão é predominantemente extracelular.
O tubo digestório completo trouxe vantagens para a digestão. Como o alimento não retorna pela porta de entrada, o animal não espera que os resíduos sejam eliminados para ingerir outra porção. A digestão extracelular relaciona-se com o alto grau de especialização celular: poucos tipos de células estão envolvidos na secreção de enzimas digestivas e na absorção de nutrientes, enquanto as demais executam outras funções, beneficiando-se dos nutrientes que recebem.
O formato cilíndrico do corpo determina maior distância entre a superfície e as células mais internas. Há uma ampla cavidade cheia de fluido, que serve como “esqueleto hidrostático”, pois mantém a forma do animal e proporciona sustentação, facilitando ainda a distribuição de substâncias (como nutrientes, resíduos e gases). Não há sistema cardiovascular nem respiratório.
No corte transversal de um nematódeo, vêem-se a parede corporal e, mais internamente, o tubo digestório. A epiderme é formada por uma única camada de células e recoberta por uma cutícula espessa e pouco distensível. Sob a epiderme, há uma camada muscular, cujas células se dispõem longitudinalmente. Quando a musculatura se contrai, o animal sofre um encurtamento e aumenta de diâmetro. No entanto, a cutícula impede uma grande distensão do corpo, acarretando aumento da pressão do fluido da cavidade corporal.
O sistema nervoso dos nematódeos é formado por um anel nervoso ao redor da faringe e por dois cordões longitudinais.
O sistema de excreção tem dois canais longitudinais, que se unem em um poro único, posterior à boca.
Os nematódeos geralmente são dióicos. Os espermatozóides, que não têm flagelos, deslocam-se por movimentos amebóides, e a fecundação é interna.
Ancylostoma duodenale e Necator americanus
Estas duas espécies de nematelmintos são causadoras da ancilostomíase ou necatoríase, conhecidas popularmente como amarelão, opilação ou Doença do Jeca Tatu, nome dado em referência à doença do personagem Jeca Tatu, de Monteiro Lobato.
O parasita de aloja no intestino da pessoa, que elimina os ovos larvados junto com as fezes, contaminando o ambiente (solo arenoso, principalmente). Depois de algum tempo, os ovos libertam larvas que penetram no novo hospedeiro através da pele. Ao atingir a corrente circulatória, a larva realiza um novo ciclo, passando por vários órgãos até atingir o intestino deste hospedeiro, onde alcançarão a fase adulta, darão origem a outros ovos e ocasionarão a continuidade de seu ciclo reprodutivo e o aparecimento dos sintomas no infectado.
;a doença é caracterizada por intensa anemia e fraqueza, além de uma coloração amarelada em toda a pele. A falta de ânimo do trabalhador rural infectado é normalmente confundida com preguiça e indisposição para o trabalho. A principal medida profilática consiste no uso da calçados, que impedem a penetração da larva na pele. Existem outros ancilostomídeos que parasitam o aparelho digestivo de cães e gatos. Suas larvas, presentes nas fezes do animal, penetram na pele humana e se deslocam, desencadeando uma reação alérgica conhecida como “bicho geográfico”. Por isso, não se recomenda a presença de cães e gatos em praias.
Atenção!!!
Os principais nematódeos parasitas da espécie humana são:
Ascaris lumbricoides: O macho (cerca de 15 cm) é um pouco menor que a fêmea e tem a extremidade posterior enrodilhada. Parasita do intestino delgado. Contágio direto pela ingestão de água e alimentos contaminados com ovos de verme. O parasita passa por um ciclo no organismo humano, durante o qual a larva atravessa a parede do intestino, cai na circulação, vai ao fígado e depois aos pulmões, onde evolui parcialmente. Depois, prossegue pelos bronquíolos, brônquios, traquéia, laringe, glote, faringe, esôfago, estômago e, finalmente, retorna ao intestino, onde termina a evolução. A ascaridose ou ascaridíase provoca distúrbios digestivos não muito acentuados e cólicas vagas; só quando o número de vermes se torna muito grande é que surge o grave perigo de obstrução intestinal por novelos de ascaris.
Ancylostoma duodenale e Necator americanus: São dois vermes muitos parecidos (cerca de 1,5 cm). Os ancilóstomos possuem uma espécie de boca com dentes que servem para "morder" a mucosa intestinal, fazendo-a sangrar. Esses parasitas alimentam-se de sangue. O Necator não possui dentes, mas lâminas cortantes na boca, que são usadas com a mesma finalidade. Isso provoca uma constante perda sangüínea no doente, que vai ficando anêmico e enfraquecido. É isso que justifica o nome popular de "amarelão" ou "opilação" que é dado à ancilostomose e à necatorose. Os ovos desses vermes são eliminados nas fezes e contaminam o solo, onde liberam larvas. Essas larvas têm a capacidade de penetrar pela pele das pessoas que andam descalças, sendo essa a principal via de propagação da doença. O uso de calçados constitui-se no melhor meio de profilaxia da ancilostomose.
Ancylostoma caninum: . É um parasita muito comum de cães. Todavia, sua larva pode penetrar na pele humana, onde cava túneis e provoca sensações de ardência e coceira extremamente incômodas. O contágio ocorre freqüentemente na areia das praias, onde os cães portadores da verminose defecam, ali deixando os ovos embrionados do parasita. A larva desse verme é conhecida como larva mígrans, o bicho geográfico.
Enterobius (Oxyurus) vermicularisI: É um dos vermes de maior disseminação entre crianças, embora também ocorra em adultos. Pequenino e numerosíssimo, o oxiúro prolifera nas porções baixas do intestino grosso, de onde migra para o reto, nas imediações do ânus, principalmente à noite. A intensa movimentação dos vermes ocasiona uma irritante coceira no ânus, que identifica logo a oxiuríase.
Wuchereria bancrofti: Também conhecida como filária de Bancroft, é um verme extra-intestinal, pois se localiza nos vasos linfáticos. A fêmea é maior que o macho, podendo alcançar 10 cm de comprimento. A presença do verme nos vaso linfáticos ocasiona a dificuldade circulatória da linfa, isto é, estase linfática. Há derramem de líquidos para os tecidos vizinhos, com aparecimento de edema (inchação) progressivo, que pode levar aquela parte do corpo a dimensões desproporcionais. Partes do corpo como mamas, bolsa escrotal e pernas assumem proporções chocantes. Essa doença tornou-se conhecida popularmente como "elefantíase". Cientificamente, é a filariose ou wuquererose. O contágio é indireto, exigindo a participação de um transmissor ou vetor — o mosquito Culex fatigan. A larva desse verme é chamada microfilária e é mais facilmente encontrada no sangue do doente quando colhido à noite. Durante o dia, essas larvas se recolhem à circulação profunda dos grandes vasos.
Os nematelmintos incluem vários parasitas de seres humanos (como a lombriga e os causadores do amarelão e da elefantíase) e parasitas de raízes de plantas. Há, também, representantes de vida livre, que se desenvolvem na água ou em solo úmido.
Possuem três folhetos embrionários (são triblásticos) e, como inovação em relação aos platelmintos, um tubo digestório completo, com boca e ânus. Sua digestão é predominantemente extracelular.
O tubo digestório completo trouxe vantagens para a digestão. Como o alimento não retorna pela porta de entrada, o animal não espera que os resíduos sejam eliminados para ingerir outra porção. A digestão extracelular relaciona-se com o alto grau de especialização celular: poucos tipos de células estão envolvidos na secreção de enzimas digestivas e na absorção de nutrientes, enquanto as demais executam outras funções, beneficiando-se dos nutrientes que recebem.
O formato cilíndrico do corpo determina maior distância entre a superfície e as células mais internas. Há uma ampla cavidade cheia de fluido, que serve como “esqueleto hidrostático”, pois mantém a forma do animal e proporciona sustentação, facilitando ainda a distribuição de substâncias (como nutrientes, resíduos e gases). Não há sistema cardiovascular nem respiratório.
No corte transversal de um nematódeo, vêem-se a parede corporal e, mais internamente, o tubo digestório. A epiderme é formada por uma única camada de células e recoberta por uma cutícula espessa e pouco distensível. Sob a epiderme, há uma camada muscular, cujas células se dispõem longitudinalmente. Quando a musculatura se contrai, o animal sofre um encurtamento e aumenta de diâmetro. No entanto, a cutícula impede uma grande distensão do corpo, acarretando aumento da pressão do fluido da cavidade corporal.
O sistema nervoso dos nematódeos é formado por um anel nervoso ao redor da faringe e por dois cordões longitudinais.
O sistema de excreção tem dois canais longitudinais, que se unem em um poro único, posterior à boca.
Os nematódeos geralmente são dióicos. Os espermatozóides, que não têm flagelos, deslocam-se por movimentos amebóides, e a fecundação é interna.
Ancylostoma duodenale e Necator americanus
Estas duas espécies de nematelmintos são causadoras da ancilostomíase ou necatoríase, conhecidas popularmente como amarelão, opilação ou Doença do Jeca Tatu, nome dado em referência à doença do personagem Jeca Tatu, de Monteiro Lobato.
O parasita de aloja no intestino da pessoa, que elimina os ovos larvados junto com as fezes, contaminando o ambiente (solo arenoso, principalmente). Depois de algum tempo, os ovos libertam larvas que penetram no novo hospedeiro através da pele. Ao atingir a corrente circulatória, a larva realiza um novo ciclo, passando por vários órgãos até atingir o intestino deste hospedeiro, onde alcançarão a fase adulta, darão origem a outros ovos e ocasionarão a continuidade de seu ciclo reprodutivo e o aparecimento dos sintomas no infectado.
;a doença é caracterizada por intensa anemia e fraqueza, além de uma coloração amarelada em toda a pele. A falta de ânimo do trabalhador rural infectado é normalmente confundida com preguiça e indisposição para o trabalho. A principal medida profilática consiste no uso da calçados, que impedem a penetração da larva na pele. Existem outros ancilostomídeos que parasitam o aparelho digestivo de cães e gatos. Suas larvas, presentes nas fezes do animal, penetram na pele humana e se deslocam, desencadeando uma reação alérgica conhecida como “bicho geográfico”. Por isso, não se recomenda a presença de cães e gatos em praias.
Atenção!!!
Os principais nematódeos parasitas da espécie humana são:
Ascaris lumbricoides: O macho (cerca de 15 cm) é um pouco menor que a fêmea e tem a extremidade posterior enrodilhada. Parasita do intestino delgado. Contágio direto pela ingestão de água e alimentos contaminados com ovos de verme. O parasita passa por um ciclo no organismo humano, durante o qual a larva atravessa a parede do intestino, cai na circulação, vai ao fígado e depois aos pulmões, onde evolui parcialmente. Depois, prossegue pelos bronquíolos, brônquios, traquéia, laringe, glote, faringe, esôfago, estômago e, finalmente, retorna ao intestino, onde termina a evolução. A ascaridose ou ascaridíase provoca distúrbios digestivos não muito acentuados e cólicas vagas; só quando o número de vermes se torna muito grande é que surge o grave perigo de obstrução intestinal por novelos de ascaris.
Ancylostoma duodenale e Necator americanus: São dois vermes muitos parecidos (cerca de 1,5 cm). Os ancilóstomos possuem uma espécie de boca com dentes que servem para "morder" a mucosa intestinal, fazendo-a sangrar. Esses parasitas alimentam-se de sangue. O Necator não possui dentes, mas lâminas cortantes na boca, que são usadas com a mesma finalidade. Isso provoca uma constante perda sangüínea no doente, que vai ficando anêmico e enfraquecido. É isso que justifica o nome popular de "amarelão" ou "opilação" que é dado à ancilostomose e à necatorose. Os ovos desses vermes são eliminados nas fezes e contaminam o solo, onde liberam larvas. Essas larvas têm a capacidade de penetrar pela pele das pessoas que andam descalças, sendo essa a principal via de propagação da doença. O uso de calçados constitui-se no melhor meio de profilaxia da ancilostomose.
Ancylostoma caninum: . É um parasita muito comum de cães. Todavia, sua larva pode penetrar na pele humana, onde cava túneis e provoca sensações de ardência e coceira extremamente incômodas. O contágio ocorre freqüentemente na areia das praias, onde os cães portadores da verminose defecam, ali deixando os ovos embrionados do parasita. A larva desse verme é conhecida como larva mígrans, o bicho geográfico.
Enterobius (Oxyurus) vermicularisI: É um dos vermes de maior disseminação entre crianças, embora também ocorra em adultos. Pequenino e numerosíssimo, o oxiúro prolifera nas porções baixas do intestino grosso, de onde migra para o reto, nas imediações do ânus, principalmente à noite. A intensa movimentação dos vermes ocasiona uma irritante coceira no ânus, que identifica logo a oxiuríase.
Wuchereria bancrofti: Também conhecida como filária de Bancroft, é um verme extra-intestinal, pois se localiza nos vasos linfáticos. A fêmea é maior que o macho, podendo alcançar 10 cm de comprimento. A presença do verme nos vaso linfáticos ocasiona a dificuldade circulatória da linfa, isto é, estase linfática. Há derramem de líquidos para os tecidos vizinhos, com aparecimento de edema (inchação) progressivo, que pode levar aquela parte do corpo a dimensões desproporcionais. Partes do corpo como mamas, bolsa escrotal e pernas assumem proporções chocantes. Essa doença tornou-se conhecida popularmente como "elefantíase". Cientificamente, é a filariose ou wuquererose. O contágio é indireto, exigindo a participação de um transmissor ou vetor — o mosquito Culex fatigan. A larva desse verme é chamada microfilária e é mais facilmente encontrada no sangue do doente quando colhido à noite. Durante o dia, essas larvas se recolhem à circulação profunda dos grandes vasos.
Biologia
Moluscos
Os moluscos (do latim molluscus, mole) constituem um grande filo de animais invertebrados, marinhos, de água doce ou terrestres, que compreende seres vivos como os caramujos, as ostras e as lulas.
Tais animais têm um corpo mole e não-segmentado, muitas vezes dividido em cabeça (com os órgãos dos sentidos), um pé muscular e um manto que protege uma parte do corpo e que muitas vezes secreta uma concha. A maior parte dos moluscos são aquáticos, mas existem muitas formas terrestres como os caracóis.
A biologia dos moluscos é estudada pela malacologia, mas as conchas - ainda do ponto de vista biológico, não do ponto de vista dos coleccionadores - são estudadas pelos concologistas
O filo Mollusca é o segundo filo com a maior diversidade de espécies, depois dos Artrópodes (cerca de 50 000 espécies viventes e 35 000 espécies fósseis) e inclui uma variedade de animais muito familiares. Essa popularidade deve-se, em grande parte, às conchas desses animais que servem como peças para coleccionadores. O filo abrange formas tais como as ostras, as lulas, os polvos e os caramujos.
Os moluscos são variados e diversos, incluindo várias criaturas familiares conhecidas pelas suas conchas decorativas ou como marisco. Variam desde os pequenos caracóis e amêijoas até ao polvo e à lula (que são considerados os invertebrados mais inteligentes). A lula-gigante é possivelmente o maior invertebrado, e, exceptuando as suas larvas e, para além de alguns espécimes jovens recentemente capturados, nunca foi observada viva. A lula-colossal poderá ser ainda maior.Uma lula-colossal foi encontrada congelada por pescadores.O comprimento da lula chegou a aproximadamente trinta metros.
Possuem um sistema digestivo completo (da boca ao ânus). Os gastrópodese os cefalópodes apresentam uma estrutura chamada rádula, formada por dentículos quitinosos que raspam o alimento.
Os bivalves apresentam um estilete cristalino, responsável por colaborar na digestão ao libertar enzimas digestivas.
O sistema circulatório é aberto, com excepção dos cefalópodes, que exigem alta pressão por se locomoverem rapidamente.
Os moluscos também possuem uma grande importância nas cadeias alimentares, sendo detritívoros, consumidores de microrganismos, predadores de grandes presas (peixes, vermes...) e herbívoros (alimentando-se assim de algas e outras plantas).
Reprodução
Os moluscos podem ser hermafroditas ou apresentar sexos separados.Os espermatozóides podem ser liberados na água ou dentro do corpo da fêmea.
Classes
Existem dez classes de moluscos, oito que ainda vivem e duas que só são conhecidas através de fósseis.
Estas classes contêm as mais de 250 000 espécies de moluscos:
Caudofoveata (habitantes de águas profundas; 70 espécies conhecidas);
Aplacophora (parecidos com minhocas; 250 espécies);
Polyplacophora (cabeça pequena, sem tentáculos nem olhos; 600 espécies);
Monoplacophora (habitantes de fundos oceânicos; 11 espécies);
Bivalvia (ostras, amêijoas, mexilhões, conquilhas, etc.; 8000 espécies);
Scaphopoda (concha carbonatada aberta dos dois lados; 350 espécies, todas marinhas);
Gastropoda (corpo protegido por concha e cabeça bem definida; entre 40 000 e 50 000 espécies);
Cephalopoda (lula, polvo, nautilus; 786 espécies, todas marinhas);
†Rostroconchia (prováveis ancestrais dos bivalves; cerca de 1000 espécies);
†Helcionelloida (fósseis; parecidos com caracóis).
Os moluscos (do latim molluscus, mole) constituem um grande filo de animais invertebrados, marinhos, de água doce ou terrestres, que compreende seres vivos como os caramujos, as ostras e as lulas.
Tais animais têm um corpo mole e não-segmentado, muitas vezes dividido em cabeça (com os órgãos dos sentidos), um pé muscular e um manto que protege uma parte do corpo e que muitas vezes secreta uma concha. A maior parte dos moluscos são aquáticos, mas existem muitas formas terrestres como os caracóis.
A biologia dos moluscos é estudada pela malacologia, mas as conchas - ainda do ponto de vista biológico, não do ponto de vista dos coleccionadores - são estudadas pelos concologistas
O filo Mollusca é o segundo filo com a maior diversidade de espécies, depois dos Artrópodes (cerca de 50 000 espécies viventes e 35 000 espécies fósseis) e inclui uma variedade de animais muito familiares. Essa popularidade deve-se, em grande parte, às conchas desses animais que servem como peças para coleccionadores. O filo abrange formas tais como as ostras, as lulas, os polvos e os caramujos.
Os moluscos são variados e diversos, incluindo várias criaturas familiares conhecidas pelas suas conchas decorativas ou como marisco. Variam desde os pequenos caracóis e amêijoas até ao polvo e à lula (que são considerados os invertebrados mais inteligentes). A lula-gigante é possivelmente o maior invertebrado, e, exceptuando as suas larvas e, para além de alguns espécimes jovens recentemente capturados, nunca foi observada viva. A lula-colossal poderá ser ainda maior.Uma lula-colossal foi encontrada congelada por pescadores.O comprimento da lula chegou a aproximadamente trinta metros.
Possuem um sistema digestivo completo (da boca ao ânus). Os gastrópodese os cefalópodes apresentam uma estrutura chamada rádula, formada por dentículos quitinosos que raspam o alimento.
Os bivalves apresentam um estilete cristalino, responsável por colaborar na digestão ao libertar enzimas digestivas.
O sistema circulatório é aberto, com excepção dos cefalópodes, que exigem alta pressão por se locomoverem rapidamente.
Os moluscos também possuem uma grande importância nas cadeias alimentares, sendo detritívoros, consumidores de microrganismos, predadores de grandes presas (peixes, vermes...) e herbívoros (alimentando-se assim de algas e outras plantas).
Reprodução
Os moluscos podem ser hermafroditas ou apresentar sexos separados.Os espermatozóides podem ser liberados na água ou dentro do corpo da fêmea.
Classes
Existem dez classes de moluscos, oito que ainda vivem e duas que só são conhecidas através de fósseis.
Estas classes contêm as mais de 250 000 espécies de moluscos:
Caudofoveata (habitantes de águas profundas; 70 espécies conhecidas);
Aplacophora (parecidos com minhocas; 250 espécies);
Polyplacophora (cabeça pequena, sem tentáculos nem olhos; 600 espécies);
Monoplacophora (habitantes de fundos oceânicos; 11 espécies);
Bivalvia (ostras, amêijoas, mexilhões, conquilhas, etc.; 8000 espécies);
Scaphopoda (concha carbonatada aberta dos dois lados; 350 espécies, todas marinhas);
Gastropoda (corpo protegido por concha e cabeça bem definida; entre 40 000 e 50 000 espécies);
Cephalopoda (lula, polvo, nautilus; 786 espécies, todas marinhas);
†Rostroconchia (prováveis ancestrais dos bivalves; cerca de 1000 espécies);
†Helcionelloida (fósseis; parecidos com caracóis).
Biologia
Artrópodes Classificação científica Reino: Animalia Filo: Arthropoda Subfilos e Classes: Subfilo Trilobitomorpha Classe Trilobita - Trilobites, extinto. Subfilo Chelicerata Classe Arachnida - aranhas, escorpiões, etc. Classe Merostomata - Límulo Classe Pycnogonida - aranha-do-mar. Subfilo Myriapoda Classe Chilopoda - centopeias Classe Diplopoda - mil-pés Classe Pauropoda Classe Symphyla. Subfilo Hexapoda Classe Insecta - Insetos: moscas, borboletas, etc. Ordem Diplura Ordem Collembola - colêmbolos Ordem Protura. Subfilo Crustacea ou Crustaceomorpha Classe Remipedia Classe Cephalocarida Classe Branchiopoda Classe Ostracoda Classe Mystacocarida Classe Copepoda Classe Branchiura Classe Cirripedia - cracas Classe Tantulocarida Classe Malacostraca - lagostas, caranguejos, etc. NOTA: Alguns sistemas de classificação agrupam Myriapoda e Hexapoda num subfilo denominado Uniramia. Os Artrópodes (do grego arthros: articulado e podos: pés, patas, apêndices) são animais invertebrados caracterizados por possuírem membros rígidos e articulados. São o maior grupo de animais existentes, representados pelos gafanhotos (insetos), aranhas (arachnida), caranguejos (crustáceos), centopéias (quilópodes) e embuás (diplópodes), somam mais de um milhão de espécies descritas (apenas mais de 890.000 segundo outros autores). Mais de 4/5 das espécies existentes são Artrópodes que vão desde as formas microscópicas de plâncton com menos de 1/4 de milímetro, até crustáceos com mais de 3 metros de espessura. Os artrópodes habitam praticamente todo o tipo de ambiente: aquático e terrestre e representam os únicos invertebrados voadores. Existem representantes parasitas e simbióticos. Há registros fósseis de artrópodes desde o período Cambriano. Anatomia dos artrópodes Os artrópodes têm (1) apêndices articulados e (2) o corpo segmentado, envolvido num (3) exoesqueleto de quitina (números da imagem acima). Os apêndices estão especializados para a alimentação, para a percepção sensorial, para defesa e para a locomoção. São estas "patas articuladas" que dão o nome ao filo e que o separam dos filos mais próximos, os Onychophora e os Tardigrada. Eles são animais metamerizados, isto é, têm corpo segmentado, mas sua metameria não é tão evidente como a dos anelídeos; isso porque sua metameria heteronôma: os metâmeros (segmentos) diferenciam-se durante o desenvolvimento, alguns deles fundindo-se para a formação de tagmas que são tipicamente: · Cabeça; · Tórax e · Abdómen. Dentre as diferentes classes de artrópodes há casos em que dois ou mais tagmas se unem formando uma única peça como é o caso de certos grupos de crustáceos em que os tagmas cabeça e tórax se unem formando o cefalotórax e nos quilópodes e diplópodes em que o tórax se une com o abdômen formando o tronco. No subfilo Chelicerata os tagmas denominam-se prossoma (que corresponde ao cefalotórax) e opistossoma (que corresponde ao abdômen.) O primeiro segmento da cabeça é denominado acron e normalmente suporta os olhos, que podem ser simples ou compostos. O último segmento do abdômen é terminado pelo télson. Cada segmento contém, pelo menos primitivamente, um par de apêndices. Para poderem crescer, os artrópodes têm de se desfazer do exosqueleto "apertado" e formar um novo, num processo designado muda ou ecdise. Por esta razão, eles fazem parte do clado Ecdysozoa, que é um dos maiores grupos do reino animal, incluindo ainda os nematódeos, os Nematomorpha, os Tardigrada, os Onychophora, os Loricifera, os Priapulida e os Cephalorhyncha. Diferentemente de anelídeos e moluscos,a excreção dos artrópodes é realizada por TÚBULOS DE MALPIGHI,e não por nefrídeos. Estes animais respiram por um sistema de traqueias, túbulos que abrem para o exterior através de poros na cutícula chamados espiráculos, e que se estendem por todo o corpo, promovendo a troca de gases. Os artrópodes aquáticos têm brânquias ligadas ao sistema de traqueias. O sistema circulatório dos artrópodes consiste numa bateria de corações que se dispõem ao longo do corpo e que bombeiam a hemolinfa (o "sangue" destes animais muitas vezes não contém hemoglobina, baseada em ferro, mas sim hemocianina, baseada em cobre), que se encontra banhando os tecidos. Os artrópodes são protostômios e possuem um celoma reduzido a um espaço à volta dos órgãos da reprodução e da excreção. Classificação e filogenia dos artrópodes Um grupo tão numeroso e diversificado, tanto em espécies atuais como extintas, como os artrópodes teria de ser necessariamente difícil de classificar, assim como de definir as suas relações filogenéticas. Tradicionalmente, considerava-se que os artrópodes teriam tido origem nos anelídeos, por causa da semelhante segmentação do corpo. No entanto, estudos genéticos recentes mostraram que não é assim e que os filos mais próximos dos artrópodes são os Onychophora e os Tardigrada. Além disso, parece aceitável que estes filos e os restantes Ecdysozoa formam um clado monofilético. Os anelídeos, por outro lado, têm características embrionárias em comum com os moluscos e são atualmente classificados no clado Trochozoa (ou Lophotrochozoa, juntamente com os rotíferos e outros animais antes considerados pseudocelomados). A subdivisão dos artrópodes em grupos que possam igualmente ser considerados clados é também contenciosa. Alguns autores consideram que os Hexapoda e os Myriapoda formam o clado Uniramia, com apêndices não divididos e que seriam um "clado-irmão" dos crustáceos, mas a filogenia destes grupos ainda não está bem estabelecida, pelo que se adotou aqui a classificação em cinco sub-filos, que é a mais aceita. Como já foi referido, foram encontrados fósseis de artrópodes do período Cambriano, mas há indicações de que formas ainda mais antigas, pertecentes à “Biota Vendiana”, como os "Vendiamorfos" e os "Anomalocaridiídeos" podem ter sido antepassados dos artrópodes atuais.
Biologia
Anelídeo
Vulgarmente chamam-se anelídeos (Annelida - do latim annelus, pequeno anel + ida, sufixo plural) aos vermes segmentados - com o corpo formado por "anéis" - do filo Annelida como a minhoca e a sanguessuga. Existem mais de 15.000 espécies destes animais em praticamente todos os ecossistemas, terrestres, marinhos e de água doce. Encontram-se anelídeos com tamanhos desde menos de um milímetro até mais de 3 metros.
Anatomia
Os anelídeos são animais de corpo alongado, segmentado, triblásticos, protostómios e celomados, ou seja, com a cavidade do corpo cheia de um fluido onde o intestino e os outros órgãos se encontram suspensos e com Simetria Bilateral.
Os oligoquetas e os poliquetas possuem celomas grandes, mas, nas sanguessugas, o celoma está preenchido por tecidos e reduzido a um sistema de estreitos canais; em alguns arquianelídeos o celoma está completamente ausente. O celoma pode estar dividido numa série de compartimentos por septos. Em geral, cada compartimento corresponde a um segmento e inclui uma porção dos sistemas nervoso e circulatório, permitindo-lhes funcionar com relativa independência.
Cada segmento está dividido externamente em um ou mais anéis, é coberto por uma cutícula segregada pela epiderme e, internamente, possui um fino sistema de músculos longitudinais. Estas características são parcialmente comuns aos nemátodos e aos artrópodes e, por isso, eles foram durante algum tempo colocados no mesmo grupo sistemático, o filo Articulata, mas estudos mais recentes revelaram que essas características devem ser consideradas como convergências evolutivas.
Nas minhocas (Oligochaeta), os músculos são reforçados por lamelas de colagénio; as sanguessugas (Hirudinea) têm uma camada dupla de músculos, sendo os exteriores circulares e os interiores longitudinais.
A maioria dos anelídeos possui, em cada segmento, um par de cerdas, mas os Polychaeta (as minhocas marinhas) possuem ainda um par de apêndices denominados pseudópodos (ou "falsos pés").
Na extremidade anterior do corpo, antes dos verdadeiros segmentos - a cabeça -, encontra-se o protostómio onde se encontram os olhos e outros órgãos dos sentidos. Por baixo, encontra-se o peristómio, onde está a boca. A extremidade posterior do corpo é o pigídio, onde está localizado o ânus e os tecidos que dão origem a novos segmentos durante o crescimento.
Muitos poliquetas possuem órgãos de sentidos bastante elaborados, mas as formas sésseis muitas vezes apresentam tentáculos em forma de pluma, que eles utilizam para se alimentarem. Para além disso, muitas espécies têm fortes maxilas, por vezes mineralizadas com óxido de ferro.
O tubo digestivo é bastante especializado, devido à variedade das dietas, uma vez que muitas espécies são predadoras, outras detritívoras, outras alimentam-se por filtração, outras ainda ingerem sedimentos, dos quais o intestino tem de separar a parte nutritiva; finalmente, as sanguessugas alimentam-se de sangue de outros animais, por sucção.
O sistema vascular é composto por um vaso sanguíneo dorsal que leva o "sangue" no sentido da "cauda" e outro ventral, que o traz na direcção oposta.
O sistema nervoso é formado por um cordão ventral, a partir do qual saem nervos laterais em cada segmento.
A Sabela, a Sérpula e o Espirógrafo são anelídeos sedentários, e possuem numerosas sedas. Ligam-se ao solo através de um tubo feito do líquido que segregam e a que juntam areia e pedra. O Espirógrafo apresenta, tal como o seu nome indica, a forma de espiral.
A respiração dos Anelidae ocorre através de brânqueas (Poliquetas) ou cutânea (aquetas e oligoquetas)
Reprodução
A forma de reprodução dos anelídeos varia de espécie para espécie, podendo ser tanto assexuada como sexuada. Embora as minhocas sejam animais hermafroditas, são necessarias duas minhocas para a reprodução. Elas se unem de forma a ficarem os poros masculinos de uma encostados aos receptáculos seminais de outra, possibilitando, assim, a fecundação dos óvulos pelos espermatozóides.
Vulgarmente chamam-se anelídeos (Annelida - do latim annelus, pequeno anel + ida, sufixo plural) aos vermes segmentados - com o corpo formado por "anéis" - do filo Annelida como a minhoca e a sanguessuga. Existem mais de 15.000 espécies destes animais em praticamente todos os ecossistemas, terrestres, marinhos e de água doce. Encontram-se anelídeos com tamanhos desde menos de um milímetro até mais de 3 metros.
Anatomia
Os anelídeos são animais de corpo alongado, segmentado, triblásticos, protostómios e celomados, ou seja, com a cavidade do corpo cheia de um fluido onde o intestino e os outros órgãos se encontram suspensos e com Simetria Bilateral.
Os oligoquetas e os poliquetas possuem celomas grandes, mas, nas sanguessugas, o celoma está preenchido por tecidos e reduzido a um sistema de estreitos canais; em alguns arquianelídeos o celoma está completamente ausente. O celoma pode estar dividido numa série de compartimentos por septos. Em geral, cada compartimento corresponde a um segmento e inclui uma porção dos sistemas nervoso e circulatório, permitindo-lhes funcionar com relativa independência.
Cada segmento está dividido externamente em um ou mais anéis, é coberto por uma cutícula segregada pela epiderme e, internamente, possui um fino sistema de músculos longitudinais. Estas características são parcialmente comuns aos nemátodos e aos artrópodes e, por isso, eles foram durante algum tempo colocados no mesmo grupo sistemático, o filo Articulata, mas estudos mais recentes revelaram que essas características devem ser consideradas como convergências evolutivas.
Nas minhocas (Oligochaeta), os músculos são reforçados por lamelas de colagénio; as sanguessugas (Hirudinea) têm uma camada dupla de músculos, sendo os exteriores circulares e os interiores longitudinais.
A maioria dos anelídeos possui, em cada segmento, um par de cerdas, mas os Polychaeta (as minhocas marinhas) possuem ainda um par de apêndices denominados pseudópodos (ou "falsos pés").
Na extremidade anterior do corpo, antes dos verdadeiros segmentos - a cabeça -, encontra-se o protostómio onde se encontram os olhos e outros órgãos dos sentidos. Por baixo, encontra-se o peristómio, onde está a boca. A extremidade posterior do corpo é o pigídio, onde está localizado o ânus e os tecidos que dão origem a novos segmentos durante o crescimento.
Muitos poliquetas possuem órgãos de sentidos bastante elaborados, mas as formas sésseis muitas vezes apresentam tentáculos em forma de pluma, que eles utilizam para se alimentarem. Para além disso, muitas espécies têm fortes maxilas, por vezes mineralizadas com óxido de ferro.
O tubo digestivo é bastante especializado, devido à variedade das dietas, uma vez que muitas espécies são predadoras, outras detritívoras, outras alimentam-se por filtração, outras ainda ingerem sedimentos, dos quais o intestino tem de separar a parte nutritiva; finalmente, as sanguessugas alimentam-se de sangue de outros animais, por sucção.
O sistema vascular é composto por um vaso sanguíneo dorsal que leva o "sangue" no sentido da "cauda" e outro ventral, que o traz na direcção oposta.
O sistema nervoso é formado por um cordão ventral, a partir do qual saem nervos laterais em cada segmento.
A Sabela, a Sérpula e o Espirógrafo são anelídeos sedentários, e possuem numerosas sedas. Ligam-se ao solo através de um tubo feito do líquido que segregam e a que juntam areia e pedra. O Espirógrafo apresenta, tal como o seu nome indica, a forma de espiral.
A respiração dos Anelidae ocorre através de brânqueas (Poliquetas) ou cutânea (aquetas e oligoquetas)
Reprodução
A forma de reprodução dos anelídeos varia de espécie para espécie, podendo ser tanto assexuada como sexuada. Embora as minhocas sejam animais hermafroditas, são necessarias duas minhocas para a reprodução. Elas se unem de forma a ficarem os poros masculinos de uma encostados aos receptáculos seminais de outra, possibilitando, assim, a fecundação dos óvulos pelos espermatozóides.
Biologia
SISTEMA LOCOMOTOR
O Esqueleto tem como finalidade primária sustentar o organismo. O sistema locomotor é constituído por músculos e ossos, e é ele o responsável pela execução da locomoção. Os ossos são classificados de acordo com as suas dimensões, são irregulares, chatos e longos, no corpo humano há mais de 200 ossos. Através de juntas ou articulações os ossos ligam-se uns aos outros. Além de prenderem os ossos uns aos outros, as articulações permitem os movimentos do corpo. Juntamente com os ossos, as cartilagens formam o esqueleto. As superfícies dos ossos, na região em que eles se articulam, devem ser lisas, para impedir maior desgaste, e por isso são revestidas por cartilagem. O esqueleto humano é dividido em apendicular, zonal e axial. O zonal inclui a cintura escapular (ombros) e pélvica (quadris); o axial compreende o crânio, a coluna vertebral, as costelas e o externo; o apendicular inclui os membros superiores e inferiores. Os Músculos Os movimentos do corpo são de responsabilidade dos músculos. São constituídos por tecido muscular, que pode ser de três tipos: liso, estriado esquelético e estriado cardíaco. O liso é formado por células musculares lisas e constitui os músculos lisos, cuja contração é lenta e involuntária. O muscular esquelético é formado por células musculares esqueléticas, que formam os músculos esqueléticos, cuja contração é rápida e voluntária. O estriado cardíaco é formado por células que formam a musculatura do coração, cuja contração é rápida e involuntária. Os movimentos voluntários são realizados pela musculatura estriada esquelética. Os músculos esqueléticos se contraem antagonicamente: quando um se contrai, o seu oposto relaxa, resultando nos movimentos. Os músculos se prendem aos ossos por meio de tendões.
O Esqueleto tem como finalidade primária sustentar o organismo. O sistema locomotor é constituído por músculos e ossos, e é ele o responsável pela execução da locomoção. Os ossos são classificados de acordo com as suas dimensões, são irregulares, chatos e longos, no corpo humano há mais de 200 ossos. Através de juntas ou articulações os ossos ligam-se uns aos outros. Além de prenderem os ossos uns aos outros, as articulações permitem os movimentos do corpo. Juntamente com os ossos, as cartilagens formam o esqueleto. As superfícies dos ossos, na região em que eles se articulam, devem ser lisas, para impedir maior desgaste, e por isso são revestidas por cartilagem. O esqueleto humano é dividido em apendicular, zonal e axial. O zonal inclui a cintura escapular (ombros) e pélvica (quadris); o axial compreende o crânio, a coluna vertebral, as costelas e o externo; o apendicular inclui os membros superiores e inferiores. Os Músculos Os movimentos do corpo são de responsabilidade dos músculos. São constituídos por tecido muscular, que pode ser de três tipos: liso, estriado esquelético e estriado cardíaco. O liso é formado por células musculares lisas e constitui os músculos lisos, cuja contração é lenta e involuntária. O muscular esquelético é formado por células musculares esqueléticas, que formam os músculos esqueléticos, cuja contração é rápida e voluntária. O estriado cardíaco é formado por células que formam a musculatura do coração, cuja contração é rápida e involuntária. Os movimentos voluntários são realizados pela musculatura estriada esquelética. Os músculos esqueléticos se contraem antagonicamente: quando um se contrai, o seu oposto relaxa, resultando nos movimentos. Os músculos se prendem aos ossos por meio de tendões.
Ed. Física
FREQUÊNCIA CARDÍACA
Essa talvez seja a forma mais usada e mais útil de determinar a intensidade de um exercício. Esse método baseia-se no princípio de que existe uma relação direta entre o aumento de sua frequência cardíaca e a intensidade do exercício. Os pacientes com artrite devem fazer exercícios numa intensidade que eleve a frequência cardíaca acima de 60% de sua frequência máxima, mas, definitivamente, nunca além de 85%.Essa é uma faixa de treinamento que abrange 25 pontos percentuais. Uma frequência cardíaca na faixa de 60% a 75% da frequência cardíaca máxima, é ideal para a maioria dos pacientes de artrite. Qual é a sua frequência cardíaca máxima? Este valor varia de pessoa para pessoa. A sua frequência cardíaca máxima é a mais alta frequência cardíaca que você pode atingir durante o exercício, sem sentir dores musculares e/ou articulares de magnitude suficiente para justificar sua interrupção, e sem desenvolver anormalidades cardíacas significativas. A maneira mais rigorosa para determinar a frequência cardíaca máxima é submeter-se a um teste de esforço em rolo ou bicicleta ergométrica. Na gíria médica, isso chama-se "teste de esforço máximo limitado por sintomas, com acompanhamento do eletrocardiograma (ECG) e da pressão sanguínea "(a expressão "limitado por sintomas" significa que você continua fazendo o exercício até não poder mais continuar ou até apresentar certas anormalidades no ECG ou outras, que serão indício para seu médico interromper o teste).Este teste devia ser feito por todos aqueles que praticam ou pretendem vir a praticar determinado desporto. Sem um teste, você terá de usar uma das seguintes fórmulas para estimar seu ritmo cardíaco máximo: Para todas as mulheres e homens sedentários: 220 menos sua idade em anos = Frequência cardíaca máxima estimadaPara homens desportistas: 205 menos a metade de sua idade em anos = Frequência cardíaca máxima estimadaPor exemplo: Um homem com 52 anos de idade, tem uma estimativa de frequência cardíaca máxima de 168 batimentos por minuto (220 - 52= 168), antes de começar com um programa de exercícios supervisionados. Se ele já estivesse participando em um programa de exercícios, a estimativa para a sua frequência cardíaca máxima seria de 179 batimentos por minuto (205 - 26 = 179). Mas lembre-se, que essas formulas não se aplicam a pessoas que estão tomando medicação - como beta bloqueadores - que reduzem a frequência cardíaca. Por razões de segurança, também recomendo às pessoas que sabem que possuem uma doença cardíaca, a ignorar essas fórmulas, quer estejam ou não tomando medicação. No lugar delas, as pessoas dessas categorias devem determinar sua frequência cardíaca máxima fazendo um teste de esforço. Também devem utilizar a escala de Borg de percepção do esforço realizado que vou descrever adiante. Depois de saber a frequência cardíaca máxima (estimada a partir das fórmulas dadas, ou exatas, com base em seu desempenho durante um teste de esforço), é fácil determinar os parâmetros que você deve seguir ao se exercitar.
Recomendo que eleve sua frequência cardíaca até 60% da frequência cardíaca máxima, mas não vá além de 75% - e não ultrapasse os 85%, de jeito nenhum. Essa é a sua faixa ideal de frequência cardíaca durante a realização de exercícios. Você calcula-a multiplicando a sua frequência cardíaca máxima pelo limite inferior de 60% (0,6) e pelo limite superior de 75% (0,75). Usando a frequência cardíaca máxima de um homem com 162, chega-se a um limite inferior de 97 batimentos por minuto (ou 162 X 0,6 = 97) e a um limite superior de 122 batimentos por minuto (162 X 0,75 = 122). Essa faixa é importante. Os estudos mostram que o exercício realizado numa intensidade inferior a 60% pode resultar em alguns benefícios à saúde, mas é pouco provável que aumente substancialmente seu nível de aptidão física. Além disso, em vez de exceder a marca dos 60%, você provavelmente terá de aumentar a duração de suas sessões de exercícios para bem mais de uma hora de cada vez, com o intuito de atingir o gasto energético semanal recomendado. Por outro lado, se estiver sem tempo e só puderem se exercitar no máximo três dias por semana ou em períodos menores de cada vez, será obrigado a trabalhar, durante a realização dos exercícios, perto do limite superior de sua faixa ideal de frequência cardíaca, a fim de alcançar benefícios perceptíveis à saúde. Tenha em mente que é crucial nunca exceder o limite de 85%. As únicas excepções são os atletas que participam de competições. Por quê? Porque durante esse exercício de grande intensidade, você submete seu sistema músculo-esquelético a uma tensão desnecessária. Para pessoas com problemas cardiovasculares, as intensidades superiores ao limite de 85% também podem aumentar o risco de surgir uma complicação cardíaca durante o exercício
Essa talvez seja a forma mais usada e mais útil de determinar a intensidade de um exercício. Esse método baseia-se no princípio de que existe uma relação direta entre o aumento de sua frequência cardíaca e a intensidade do exercício. Os pacientes com artrite devem fazer exercícios numa intensidade que eleve a frequência cardíaca acima de 60% de sua frequência máxima, mas, definitivamente, nunca além de 85%.Essa é uma faixa de treinamento que abrange 25 pontos percentuais. Uma frequência cardíaca na faixa de 60% a 75% da frequência cardíaca máxima, é ideal para a maioria dos pacientes de artrite. Qual é a sua frequência cardíaca máxima? Este valor varia de pessoa para pessoa. A sua frequência cardíaca máxima é a mais alta frequência cardíaca que você pode atingir durante o exercício, sem sentir dores musculares e/ou articulares de magnitude suficiente para justificar sua interrupção, e sem desenvolver anormalidades cardíacas significativas. A maneira mais rigorosa para determinar a frequência cardíaca máxima é submeter-se a um teste de esforço em rolo ou bicicleta ergométrica. Na gíria médica, isso chama-se "teste de esforço máximo limitado por sintomas, com acompanhamento do eletrocardiograma (ECG) e da pressão sanguínea "(a expressão "limitado por sintomas" significa que você continua fazendo o exercício até não poder mais continuar ou até apresentar certas anormalidades no ECG ou outras, que serão indício para seu médico interromper o teste).Este teste devia ser feito por todos aqueles que praticam ou pretendem vir a praticar determinado desporto. Sem um teste, você terá de usar uma das seguintes fórmulas para estimar seu ritmo cardíaco máximo: Para todas as mulheres e homens sedentários: 220 menos sua idade em anos = Frequência cardíaca máxima estimadaPara homens desportistas: 205 menos a metade de sua idade em anos = Frequência cardíaca máxima estimadaPor exemplo: Um homem com 52 anos de idade, tem uma estimativa de frequência cardíaca máxima de 168 batimentos por minuto (220 - 52= 168), antes de começar com um programa de exercícios supervisionados. Se ele já estivesse participando em um programa de exercícios, a estimativa para a sua frequência cardíaca máxima seria de 179 batimentos por minuto (205 - 26 = 179). Mas lembre-se, que essas formulas não se aplicam a pessoas que estão tomando medicação - como beta bloqueadores - que reduzem a frequência cardíaca. Por razões de segurança, também recomendo às pessoas que sabem que possuem uma doença cardíaca, a ignorar essas fórmulas, quer estejam ou não tomando medicação. No lugar delas, as pessoas dessas categorias devem determinar sua frequência cardíaca máxima fazendo um teste de esforço. Também devem utilizar a escala de Borg de percepção do esforço realizado que vou descrever adiante. Depois de saber a frequência cardíaca máxima (estimada a partir das fórmulas dadas, ou exatas, com base em seu desempenho durante um teste de esforço), é fácil determinar os parâmetros que você deve seguir ao se exercitar.
Recomendo que eleve sua frequência cardíaca até 60% da frequência cardíaca máxima, mas não vá além de 75% - e não ultrapasse os 85%, de jeito nenhum. Essa é a sua faixa ideal de frequência cardíaca durante a realização de exercícios. Você calcula-a multiplicando a sua frequência cardíaca máxima pelo limite inferior de 60% (0,6) e pelo limite superior de 75% (0,75). Usando a frequência cardíaca máxima de um homem com 162, chega-se a um limite inferior de 97 batimentos por minuto (ou 162 X 0,6 = 97) e a um limite superior de 122 batimentos por minuto (162 X 0,75 = 122). Essa faixa é importante. Os estudos mostram que o exercício realizado numa intensidade inferior a 60% pode resultar em alguns benefícios à saúde, mas é pouco provável que aumente substancialmente seu nível de aptidão física. Além disso, em vez de exceder a marca dos 60%, você provavelmente terá de aumentar a duração de suas sessões de exercícios para bem mais de uma hora de cada vez, com o intuito de atingir o gasto energético semanal recomendado. Por outro lado, se estiver sem tempo e só puderem se exercitar no máximo três dias por semana ou em períodos menores de cada vez, será obrigado a trabalhar, durante a realização dos exercícios, perto do limite superior de sua faixa ideal de frequência cardíaca, a fim de alcançar benefícios perceptíveis à saúde. Tenha em mente que é crucial nunca exceder o limite de 85%. As únicas excepções são os atletas que participam de competições. Por quê? Porque durante esse exercício de grande intensidade, você submete seu sistema músculo-esquelético a uma tensão desnecessária. Para pessoas com problemas cardiovasculares, as intensidades superiores ao limite de 85% também podem aumentar o risco de surgir uma complicação cardíaca durante o exercício
Trabalho sobre a Roma
Roma
Roma é a cidade capital da Itália e sede da comuna e da província com o mesmo nome, na região do Lácio. Conhecida internacionalmente como A Cidade Eterna pela sua história milenar, Roma espalha-se pelas margens rio Tibre, compreendendo o seu centro histórico com as suas sete colinas: Palatino, Aventino, Campidoglio, Quirinale, Viminale, Esquilino, e Celio. Segundo o mito romano, a cidade foi fundada a cerca de 753 a.C. (data convencionada) por Rómulo e Remo, dois irmãos criados por uma loba, que são actualmente símbolos da cidade. Desde então tornou-se no centro da Roma Antiga (Reino de Roma, República Romana, Império Romano) e, mais tarde, dos Estados Pontifícios, Reino de Itália e, por fim, da República Italiana.
No interior da cidade encontra-se o estado do Vaticano, residência do Papa. É uma das cidades com maior importância na História mundial, sendo um dos símbolos da civilização europeia. Conserva inúmeras ruínas e monumentos na parte antiga da cidade, especialmente da época do Império Romano, e do Renascimento, o movimento cultural que nasceu na Itália.
A área metropolitana tem cerca de 2.546.804 habitantes (2001), e estende-se por uma área de 1.285 km², tendo uma densidade populacional de 1.981 hab/km², o que a torna na maior cidade da Itália e também na capital européia de maiores dimensões. O presidente da câmara (Sindaco) em 2008 é Gianni Alemanno.
Roma perdeu o Império, mas não a majestade. Com a sua imensa bagagem cultural, é um dos grandes pólos de atração turística internacional. Mas não somente do passado vive a Cidade Eterna. É, ainda, um grande centro de referência que se estende da moda à culinária. Assim, não somente pelo fato de ter constituído um grande império se orgulha o romano de sua cidade, assim como não somente para se embevecer com a Roma Antiga afluem para lá cidadãos de todo o mundo (como se, ainda hoje, todos os caminhos para lá convergissem), mas também pela dinâmica programação de eventos. Em certos períodos do ano, são realizados grandes festivais que atraem milhares de pessoas, principalmente jovens. Destacam-se:
Festival da Europa de Roma
Festival Romics
Festival de Jazz de Roma
Verões Romanos
Festival de Literatura
Noites Brancas
A religião na Roma Antiga caracterizou-se pelo politeísmo, com elementos que combinaram influências de diversos cultos ao longo de sua história. Desse modo, em sua origem, crenças etruscas, gregas e orientais foram sendo incorporadas aos costumes tradicionais adaptando-os às necessidades da população.
Os deuses dos antigos romanos, à semelhança dos antigos gregos, eram antropomórficos, ou seja, eram representados com a forma humana e possuíam características (qualidades e defeitos) de seres humanos.
O Estado romano propagava uma religião oficial que prestava culto aos grandes deuses de origem grega, porém com nomes latinos, como por exemplo, Júpiter, pai dos deuses; Marte, deus da guerra, ou Minerva, deusa da arte. Em honra desses deuses eram realizadas festas, jogos e outras cerimônias. Posteriormente, diante da expansão militar que conduziu ao Império, muitos deuses das regiões conquistadas também foram incorporados aos cultos romanos.
No âmbito privado, os cidadãos, por sua vez, tradicionalmente buscavam proteção nos espíritos domésticos, os chamados "lares", e nos espíritos dos antepassados, os "penates", aos quais rendiam culto dentro de casa.
Posteriormente, diante da difusão do cristianismo, o imperador Constantino promulgou o Édito de Milão (313), que estabeleceu a liberdade de culto aos cristãos, encerrando as violentas perseguições que lhes eram movidas. Pouco depois, no século IV, o cristianismo tornou-se a religião oficial do Estado, por determinação do imperador Teodósio, em 381.
Roma é a cidade capital da Itália e sede da comuna e da província com o mesmo nome, na região do Lácio. Conhecida internacionalmente como A Cidade Eterna pela sua história milenar, Roma espalha-se pelas margens rio Tibre, compreendendo o seu centro histórico com as suas sete colinas: Palatino, Aventino, Campidoglio, Quirinale, Viminale, Esquilino, e Celio. Segundo o mito romano, a cidade foi fundada a cerca de 753 a.C. (data convencionada) por Rómulo e Remo, dois irmãos criados por uma loba, que são actualmente símbolos da cidade. Desde então tornou-se no centro da Roma Antiga (Reino de Roma, República Romana, Império Romano) e, mais tarde, dos Estados Pontifícios, Reino de Itália e, por fim, da República Italiana.
No interior da cidade encontra-se o estado do Vaticano, residência do Papa. É uma das cidades com maior importância na História mundial, sendo um dos símbolos da civilização europeia. Conserva inúmeras ruínas e monumentos na parte antiga da cidade, especialmente da época do Império Romano, e do Renascimento, o movimento cultural que nasceu na Itália.
A área metropolitana tem cerca de 2.546.804 habitantes (2001), e estende-se por uma área de 1.285 km², tendo uma densidade populacional de 1.981 hab/km², o que a torna na maior cidade da Itália e também na capital européia de maiores dimensões. O presidente da câmara (Sindaco) em 2008 é Gianni Alemanno.
Roma perdeu o Império, mas não a majestade. Com a sua imensa bagagem cultural, é um dos grandes pólos de atração turística internacional. Mas não somente do passado vive a Cidade Eterna. É, ainda, um grande centro de referência que se estende da moda à culinária. Assim, não somente pelo fato de ter constituído um grande império se orgulha o romano de sua cidade, assim como não somente para se embevecer com a Roma Antiga afluem para lá cidadãos de todo o mundo (como se, ainda hoje, todos os caminhos para lá convergissem), mas também pela dinâmica programação de eventos. Em certos períodos do ano, são realizados grandes festivais que atraem milhares de pessoas, principalmente jovens. Destacam-se:
Festival da Europa de Roma
Festival Romics
Festival de Jazz de Roma
Verões Romanos
Festival de Literatura
Noites Brancas
A religião na Roma Antiga caracterizou-se pelo politeísmo, com elementos que combinaram influências de diversos cultos ao longo de sua história. Desse modo, em sua origem, crenças etruscas, gregas e orientais foram sendo incorporadas aos costumes tradicionais adaptando-os às necessidades da população.
Os deuses dos antigos romanos, à semelhança dos antigos gregos, eram antropomórficos, ou seja, eram representados com a forma humana e possuíam características (qualidades e defeitos) de seres humanos.
O Estado romano propagava uma religião oficial que prestava culto aos grandes deuses de origem grega, porém com nomes latinos, como por exemplo, Júpiter, pai dos deuses; Marte, deus da guerra, ou Minerva, deusa da arte. Em honra desses deuses eram realizadas festas, jogos e outras cerimônias. Posteriormente, diante da expansão militar que conduziu ao Império, muitos deuses das regiões conquistadas também foram incorporados aos cultos romanos.
No âmbito privado, os cidadãos, por sua vez, tradicionalmente buscavam proteção nos espíritos domésticos, os chamados "lares", e nos espíritos dos antepassados, os "penates", aos quais rendiam culto dentro de casa.
Posteriormente, diante da difusão do cristianismo, o imperador Constantino promulgou o Édito de Milão (313), que estabeleceu a liberdade de culto aos cristãos, encerrando as violentas perseguições que lhes eram movidas. Pouco depois, no século IV, o cristianismo tornou-se a religião oficial do Estado, por determinação do imperador Teodósio, em 381.
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